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Crítica: Espelho, Espelho Meu

Espelho, Espelho Meu é a primeira das duas adaptações que veremos sobre Branca de Neve. Diferente da versão estrelada por Kristen Stewart, que mostra a personagem como uma guerreira, esta versão dirigida pelo indiano Tarsem Singh, segue o mesmo estilo de contos infantis apresentando apenas algumas mudanças. Fica claro a proposta da Relativity Media de atrair o público-família, e não o público juvenil-adulto.

Aqui, a comédia, cores e figurinos extravagantes são o que mais chamam a atenção. Na trama, o Rei (Sean Bean) está viúvo e cuida sozinho da sua filha, a princesa Branca de Neve (Lily Collins). Porém, ele é seduzido pela Rainha Má (Julia Roberts) que tem o único objetivo de assumir o seu reino, e planeja a sua morte. Sozinha, Branca de Neve cresce sob maus tratos e precisa recuperar o reino que está em pobreza por conta das atitudes egocêntricas da Rainha. Se sentindo ameaçada, a Rainha pede para o seu serviçal (Nathan Lane) que mate Branca de Neve. Mas ele apenas a deixa sozinha na floresta. No meio do nada ela conhece os sete anões que atuam como saqueadores do reino e acabam acolhendo e ensinando a princesa a se defender.

Continue lendo aqui.

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