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Crítica: O Artista

 Sempre fui um fã de filmes mudos. Lembro-me muito bem de uma caixa que ganhei com vários filmes (ainda em fita) de Charles Chaplin, aos 7, 8 anos. Foi aí, que despertei todo o meu amor pela sétima arte. Ao sair da sessão de O Artista, o sentimento de nostalgia foi único, uma experiência que guardarei para sempre.

Mesmo trazendo de volta, um estilo de filme que poucos (senão muitos) estão hoje acostumados, o filme dirigido pelo francês Michael Hazanavicious traz um encantamento, uma pureza em sua história que vai agradar (mesmo tendo presenciado algumas pessoas se retirarem da sala).

A trama é sobre o carismático astro do cinema mudo George Valentin (Jean Dujardin). Já veterano e muito vaidoso, ele acredita que sempre será a estrela e que a mudança que a indústria cinematográfica está preparando de passar do cinema mudo para o falado não vai afetá-lo, pois o público estará lá sempre para vê-lo em cena. Entretanto, Valentin vê seu brilho sumir quando a estreante Peppy Miller (Berenice Brejo), uma apaixonada atriz que fazia pontas nos seus filmes depois de um encontro desastrado entre ambos, se torna a grande estrela do atual cinema falado.

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