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Crítica: Histórias Cruzadas

 Há aqueles filmes que seguem a fórmula do Oscar. Isso não quer dizer, que o longa não apresente uma proposta e um roteiro interessante, mas sim, por trazer alguns elementos que a Academia sempre gosta de ver, por exemplo, uma boa direção de arte e figurino, ser um drama de época, e com uma atuação que chama a atenção dos críticos.

Histórias Cruzadas, tem todos esses elementos. Inspirado no romance de Kathryn Stockett, o drama foi a grande surpresa do ano passado nos EUA, e teve sua exibição no Festival do Rio antes de entrar em circuito nacional.

 

A trama gira em torno da jovem jornalista Skeeter (Emma Stone), que volta ao antigo lugar em que morava, e presencia pela primeira vez o racismo presente na década de 60. Enquanto a sociedade na qual está incluída aceita tal comportamento, Skeeter dá a cara a bater e decide escrever um livro sob o ponto de vista das empregadas domésticas negras, abordando o dia a dia do trabalho nas residências das famílias brancas. Essa atitude, acaba expondo todas as mazelas e o real tratamento que essas empregadas recebem.

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