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Crítica: A Filha do Mal

 A sensação que se dá ao sair da sessão de A Filha do Mal é: Já vi isso antes em A Bruxa de Blair, Atividade Paranormal e O Último Exorcismo.

Mais uma vez, os estúdios vão na onda de fazer um produção no estilo falso documentário, mas no final das contas, se resume apenas em alguns sustos, que por sinal, estão presentes nos trailers. Sim, as únicas cenas assustadoras de A Filha do Mal, são as apresentadas no trailer. No mais, o filme decepciona em toda sua condução.

 O longa dirigido por William Brent Bell, começa interessante (tirando o anúncio no início da projeção) e estabelece a discussão acerca de uma pessoa ser possuída por um demônio ou atormentada por problemas mentais. É o dilema enfrentado por Isabela (interpretada pela brasileira Fernanda Andrade), que cresceu com a notícia de sua mãe ter assassinado dois padres e uma freira durante uma sessão de exorcismo há 20 anos. Destinada a encontrar respostas, ela organiza um documentário e decide viajar para a Roma, onde sua mãe está internada em um hospital psiquiátrico. Ao conhecer dois jovens padres, Isabela decide entender melhor o processo de um exorcismo.

Continue lendo aqui.

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