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Crítica – Os Homens que Não Amavam as Mulheres

Sempre fui bem claro em demonstrar ser contra remakes. Porque, vejamos, como melhorar algo que já foi muito bem estabelecido? Contudo, queimei a língua com diversas refilmagens, vide Deixe-me Entrar e A Hora do Espanto, que conseguem em certos pontos corrigir alguns erros dos longas originais, e inclusive, superá-los. Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres, é mais um desses filmes citados que conseguem apresentar um material tão bom que justifica sua produção.

David Fincher (A Rede Social) apresenta em seu primeiro remake no cinema um longa bem mais soturno e com uma trama policial investigativa bem mais interessante que o longa sueco de 2009.
Ele agrada em não americanizar os personagens e demonstra seu talento já conhecido em saber extrair o de melhor nos atores.

Muitos achavam que seria impossível uma atriz ficar tão impressionante com piercings e tatuagens como a Noomi Rapace no filme original, mas surpreendentemente, Rooney Mara desempenhou tão bem e em algumas cenas até melhor o papel da hacker Lisbeth Salander. E o que dizer de Daniel Craig, classificado como um ator que apresenta sempre as mesmas feições? Aqui, vemos mais uma vez o dedo de Fincher em saber trabalhar o ator, que aqui demonstra um carisma e uma evolução não vista antes. No início, vemos um Craig com um olhar perdido e angustiado, coisa rara de se ver no ator com cara de brucutu.

Continua aqui.

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