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Crítica: Os Descendentes

Após sete anos sem dirigir, Alexander Payne retorna em grande estilo com o drama familiar Os Descendentes. A produção é mais um acerto do diretor de Sideways e comprova mais uma vez que George Clooney não é apenas um queridinho de Hollywood, demonstrando que sabe como poucos atuar em dramas com pitadas de comédia.

Clooney, interpreta Matt King, um advogado que mora no Havaí com sua esposa e duas filhas, e herdeiro de milhares de hectares de terras que pertenceram aos seus ancestrais. Quando King recebe uma proposta irrecusável sobre suas posses, sua mulher sofre um terrível acidente de barco e entra em coma profundo. A situação aparece como uma bomba para Matt, quando descobre que seu casamento não ia bem e nunca teve uma relação próxima de suas filhas.

A partir daí, acompanhamos um Matt reflexivo e na busca pelo seu auto-conhecimento. Bem, parece aquela história de que “já vi isso antes em algum filme”. Mas, Payne sempre aposta (e acerta) na simplicidade e em personagens comuns e fortes, atrelados à uma boa e envolvente história que foge dos clichês.

Continua aqui.

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