O seu blog de entretenimento.

Crítica: Imortais

Em 2004, um novo conceito de épico grego veio à tona com Tróia. Apesar de ter arrecadado bem, o filme não deixou boas lembranças, por apenas focar no espetáculo visual e deixar o conceito histórico de lado. Em 2007, 300 de Zack Snyder, mostrou que pode se fazer um bom épico com um bom conceito histórico. Porém, tudo que dá certo vira sinônimo de modelo para outros filmes, e a Relativity Media decidiu apostar nos produtores do filme Gianni Nunnari e Mark Canton em mais uma longa do gênero que bebe da mesma fonte, mas não apresenta o mesmo resultado.

Imortais, dirigido pelo indiano Tarsem Singh, lembra não apenas o filme de Snyder, mas também o grotesco Fúria de Titãs. Em relação ao último, não é necessário muita coisa para o filme ser superior, mas com 300, o filme peca por querer seguir o mesmo estilo.

Aqui vemos mais uma vez o uso da câmera lenta e a valorização dos músculos dos guerreiros. Contudo, Singh conhecido por trabalhar muito no visual dá o seu toque nesta fita. O cineasta se preocupa muito com a questão estética, não apenas no figurino (que aqui chega a ser um exagero), mas também nas sequências de combate que valoriza a coreografia tentando destacar a direção de arte e fotografia, que são as melhores em um longa do gênero.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s