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Crítica: Tudo Pelo Poder

Inspirado na peça Farragut North, de Beau Willimon, Tudo Pelo Poder é o quarto filme dirigido por George Clooney (que também atua), é de longe o melhor. O longa usa a política com os seus bastidores, as intrigas e todas as conspirações por trás de uma candidatura. E claro, há muitas referências à recentes governos americanos, incluindo a de Barack Obama.

A trama começa mostrando a disputa das primárias, onde dois candidatos do partido democrata lutam para ser o representante para a disputa da presidência. É daí que percebemos que há muito mais do que uma simples disputa política, e sim aquela história de que há sempre algo de podre nisso tudo.

Enquanto Stephen Meyers (Ryan Gosling) é um idealista político e acredita firmemente na candidatura do governador Mike Morris (Clooney), ele acaba percebendo todo o universo da política. O longa mostra a sua queda e a destruição da sua crença, lealdade, amizade e dignidade.

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