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Crítica: A Fera

A Fera é mais uma adaptação juvenil de um livro para atrair este público que agora é sedento de histórias românticas que envolvem o sobrenatural, vide a Saga Crepúsculo. Se a saga de vampiros é criticada por modernizar demais os vampiros, este longa tenta trazer para os tempos atuais o conto de fadas A Bela e a Fera. Primeiramente, não estou aqui para analisar o livro escrito por Alex Flinn, e sim o filme dirigido por Daniel Barnz.

O longa até cria um visual bacana e aproveita os nomes de Alex Pettyfer e Vanessa Hudgens para atrair o público teen. Porém, a produção simplesmente não funciona.

Pettyfer interpreta o que seria o príncipe no conto original, o arrogante e narcisista Kyle Kingson. Pisando e ignorando quem está ao seu lado, suas atitudes acabam fazendo com que Kendra (Mary-Kate Olsen) uma bruxa teen que parece mais um cosplay da Lady Gaga, jogue uma maldição tornando Kyle careca, com tatuagens e algumas cicatrizes, e não em um monstro grotesco na história original. Se essa ideia é para modernizar o conto, ora vejamos, há coisas muito mais grotescas  Lady Gaga do que a aparência de Kyle. Tanto é, que a “Bela” da história interpretada por Hudgens, não se assusta e fala que já viu coisa pior na cidade.

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