O seu blog de entretenimento.

Crítica | Missão: Impossível – Protocolo Fantasma

Depois de se estabelecer como um excelente diretor de animações (Os Incríveis, Gigante de Ferro e Ratatouille), Brad Bird aceitou o desafio de assumir a franquia Missão: Impossível como o primeiro grande projeto em live-action, e ele não pecou. A parceria com Tom Cruise, J.J. Abrams (agora produtor), André Nemec e Josh Appelbaum (dupla de roteiristas) resultaram no melhor filme da série que começou em 1996.

Missão: Impossível – Protocolo Fantasma é divertido, com ótimas cenas de ação e prende o telespectador com uma trama, embora sem nenhuma novidade, bem amarrada.

A trama começa com o agente Ethan Hunt (Tom Cruise) sendo resgatado na Rússia para uma nova missão. Contando com a ajuda de Benji (Simon Pegg) e a nova agente Jane (Paula Patton), a equipe precisa recuperar códigos secretos dentro do Kremlin para impedir que um terrorista tenha acesso à armas nucleares. O plano acaba saindo errado, fazendo de Hunt e sua equipe culpados por uma enorme explosão em Moscou. Com isso, o governo americano decide desativar a IMF (Impossible Missions Force), colocando o nome de Hunt na lista de procurados. Porém, o agente continua com o plano de encontrar o responsável e ainda limpar o seu nome.

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s