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Crítica: Gato de Botas

Quando foi anunciado que o Gato de Botas ganharia uma longa solo, de início pensei que seria desnecessário. Além do mais, foi cogitado que o filme seria lançado direto para DVD, tornando ainda mais forte meu pensamento sobre o filme. Contudo, a DreamWorks conseguiu emplacar o filme, que em nenhum momento lembra ser um derivado de Shrek. A animação dirigida por Chris Miller (o diretor de Shrek Terceiro), tem qualidade e competência para ter seu próprio espaço e não depender da sombra do ogro verde. O personagem, que pra mim é o melhor da franquia, mistura vários elementos que faz dele uma ótima diversão. A animação faz uma salada de western com Zorro, e mistura drama e humor na medida certa.

Ambientado antes da sua aparição em Shrek 2, a trama mostra o felino lutando para limpar o seu nome. É quando conhecemos seu passado, quando foi encontrado por uma caridosa moradora de uma pequena vila e conheceu aquele que seria o seu irmão de coração, o ovo Humpty Dumpty. Porém, alguns acontecimentos acabaram trazendo um fim trágico para essa linda história de fraternidade quando Humpty movido pela ganância e inveja, acaba traindo seu melhor amigo.
Porém, o caminho dos dois acabam se encontrando e ao lado da gata Kitty Pata Mansa, terão que capturar três feijões mágicos para roubar a gansa dos ovos de ouro no castelo do gigante.

Continua aqui.

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